Conteúdo educativo, com informações conferidas em fontes oficiais em 29 de outubro de 2026. Não é recomendação de investimento: regras, taxas e impostos podem mudar, e cada pessoa tem objetivos e perfil diferentes. Confirme os dados nas fontes citadas e, se precisar de orientação personalizada, procure um profissional habilitado.
O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) aparece em quase toda oferta de CDB e de fundos de renda fixa. Entender o que ele é ajuda a comparar investimentos pós-fixados.
O que é o CDI
O CDI é usado em empréstimos de curtíssimo prazo entre bancos, geralmente de um dia útil. Esses empréstimos ajudam as instituições a fechar o dia com caixa positivo, como exigem as regras do Banco Central. A taxa média praticada nessas operações é chamada de Taxa DI e é divulgada diariamente pela B3.
Relação com a Selic
As taxas do CDI costumam ficar muito próximas da taxa Selic. Por isso, ele é usado como referência de rendimento de aplicações de menor risco. Quando a Selic muda, o CDI tende a acompanhar.
O que significa “100% do CDI”
Em um CDB pós-fixado, a rentabilidade é expressa como um percentual do CDI. Um título que paga 100% do CDI rende o mesmo que a taxa do CDI. Se paga 110%, rende 10% a mais que essa taxa, e se paga 90%, rende menos. Por isso, na hora de comparar ofertas, o percentual do CDI é só uma parte da conta: também importam o prazo, a liquidez, o emissor, a garantia do FGC e o imposto de renda.
Cuidado ao comparar
Ofertas bem acima do usual em relação ao CDI costumam vir acompanhadas de maior risco ou de prazos mais longos. Avalie o emissor e verifique se o valor está dentro do limite protegido pelo FGC.
O valor do CDI muda de acordo com a Selic. Para a taxa do dia, consulte o site da B3.



