Mais de 200 escolas públicas do Amapá já contam com conectividade disponível para professores, alunos e equipes administrativas, por meio do programa Escolas Conectadas, dos ministérios das Comunicações (MCom) e da Educação (MEC).
Em 2025, a iniciativa chegou a 68% das escolas brasileiras. Para 2026, a meta é universalizar o acesso: no Amapá, a previsão é incluir mais 578 escolas, e, no país, atender todas as 138 mil unidades de educação básica.
Objetivo do programa
A proposta é garantir infraestrutura de conectividade nas escolas e criar condições para o uso pedagógico das tecnologias digitais. O programa também prevê a formação de professores e o acesso dos estudantes a conteúdos educacionais e plataformas de aprendizagem.
Fibra óptica e satélite
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que levar internet às escolas é projeto prioritário do Governo do Brasil. Segundo ele, serão atendidas unidades urbanas e rurais.
“A meta é concluir a conexão de todas essas escolas em 2026. Onde houver fibra, a prioridade será a fibra óptica. Onde não houver, teremos soluções via satélite”, declarou.
Para o ministro, o programa vai além dos resultados operacionais. “Essa é uma agenda que não é só tecnológica, mas que é fundamentalmente social”, disse. Ele acrescentou que a internet é hoje uma condição básica de desenvolvimento, para acesso à educação, à saúde, ao trabalho e ao exercício da cidadania.
Números do Escolas Conectadas
- Em 2025, 22,8 mil escolas passaram a ter internet por políticas públicas coordenadas pelo MCom, como o Fust e o Eace.
- O investimento total previsto é de cerca de R$ 9 bilhões, sendo R$ 6,5 bilhões do Novo PAC.
- Desde o lançamento, em setembro de 2023, mais de R$ 3 bilhões foram aplicados em escolas estaduais e municipais de todas as regiões do país.
Fonte: Brasil 61



