Dono do Baratão da Carne é assaltado em haras em Manaus

Empresário Edilson Rufino de Jesus foi rendido por cinco criminosos armados no Tarumã-Açu; prejuízo é de cerca de R$ 1,4 milhão.

O empresário Edilson Rufino de Jesus, de 53 anos, dono da rede de supermercados Baratão da Carne, foi vítima de um assalto na segunda-feira (24), em um haras no bairro Tarumã-Açu, Zona Oeste de Manaus. Segundo a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), cinco criminosos armados participaram da ação, e o prejuízo é estimado em cerca de R$ 1,4 milhão.

Como foi o assalto no haras

De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado pelo empresário, ele estava no local com dez funcionários quando o grupo invadiu o haras e anunciou o roubo. Os demais funcionários também foram rendidos.

Os suspeitos levaram joias, dinheiro, um relógio e dois celulares. Veja o que consta no registro:

  • cordão de brilhantes avaliado em cerca de R$ 500 mil;
  • cordão de ouro estimado em R$ 800 mil;
  • aproximadamente R$ 2,7 mil em dinheiro;
  • um relógio e dois celulares.

Transferências via Pix

Após pegarem o celular do empresário, os criminosos acessaram uma conta bancária dele e fizeram duas transferências via Pix, que somaram cerca de R$ 108 mil.

Depois da ação, o grupo fugiu no mesmo veículo usado no crime, um Fiat Mobi.

Empresário ficou ferido

Durante o assalto, Edilson teria sofrido uma lesão em uma das orelhas. Até o momento, não há informações oficiais sobre a gravidade do ferimento nem sobre o estado de saúde dele.

Suspeito foi detido

Matheus Baker Gonçalves foi detido por suspeita de envolvimento no crime. Conforme o registro policial, nenhum dos bens roubados foi encontrado com ele no momento da prisão. A defesa dele não havia sido localizada até a publicação das informações.

O caso foi registrado no 10º Distrito Integrado de Polícia (DIP) e é investigado pela Delegacia Especializada em Roubos, Furtos e Defraudações (DERFD). A polícia trabalha para identificar e localizar os demais integrantes do grupo e recuperar os bens e valores levados.

As investigações devem analisar imagens de câmeras de segurança, informações sobre o veículo usado na fuga e a movimentação das transferências bancárias feitas após o acesso ao celular da vítima.

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